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Congresso debate regulamentação da canábis a 13 e 14 de Fevereiro em Viena

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O Congresso Europeu de Normas e Regulamentos de Canábis (LR-Canábis) decorre nos próximos dias 13 e 14 de Fevereiro em Viena, Áustria.

Segundo a organização do evento, o objectivo do evento é divulgar e debater os requisitos e processos da canábis para fins medicinais com base nas leis e outras regulamentações, além de apresentar conhecimentos profissionais úteis ao mercado da canábis medicinal.

O evento vai reunir profissionais de saúde, advogados, juristas e líderes empresariais, contando com diversos oradores especializados nestas áreas, tais como Marcia Schofield, membro fundador do Fórum London Pain, Bernhard Föger, director do Instituto de Produção Sustentável de Plantas e chefe-adjunto da Unidade de Negócios de Segurança Alimentar, sendo responsável pela produção austríaca de canábis medicinal, Dr. Jeff Hergenrather, membro da Associação Internacional de Medicina Canabinóide (IACM) e da Sociedade Internacional de Pesquisa sobre Canabinóides (ICRS) e Piercarlo Sarzi-Puttini, director da Unidade de Reumatologia do Hospital Universitário L. Sacco, em Milão, Itália.

O programa do congresso inclui os seguintes tópicos, entre outros:

  • Produção de canábis para uso medicinal
  • Princípios para certificação de Boas Práticas de Manufactura e de Distribuição
  • Segurança dos locais de produção e cultivo
  • Regulamentos da Canábis Medicinal
  • Embalagem, armazenamento e transporte
  • Investimento na canábis para fins medicinais
  • Qualificação e Validação

Mais informação sobre o evento pode ser consultada no site oficial do Congresso Europeu de Normas e Regulamentos de Canábis e o registo pode ser adquirido em https://lr-cannabis.com/registration/

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internacional

Brasil: Médicos com sintomas de COVID-19 recebem óleo de CBD de Associação

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A associação brasileira de pacientes de Canábis Medicinal “Abrace Esperança“, constituída em Paraíba, vai doar frascos com concentração de 2% de CBD para um grupo de 20 médicos com suspeitas de infecção, bem como vaporizadores para os profissionais já infectados que apresentam sintomas do vírus, como falta de ar. O objectivo é testar a eficácia do medicamento contra os sintomas do novo coronavírus.

A ideia surgiu quando Cassiano Teixeira, diretor da Associação, visualizou um vídeo de um médico infectado. Apesar da prioridade serem os pacientes, após reunir Pedro Pierro, um neurocirurgião da Abrace, projecto foi direccionado para os profissionais de saúde que estão na linha da frente no combate a esta pandemia.

O neurocirurgião declarou ao Cannabis & Saúde que a ideia surgiu de uma impressão dele e de Cassiano Teixeira, não comprovada nem estudada, sobre a influência dos canabinóides na prevenção e recuperação em pacientes com Covid-19.

Estruturação do Projecto

Um total de 40 médicos de todo o Brasil serão divididos em dois grupos. Um dos grupos receberá o óleo de canabidiol e o outro placebo. A distribuição dos produtos já está em andamento, sendo que os médicos não têm forma de saber se estão a receber o óleo de CBD ou placebo. Após a divulgação dos resultados do estudo observacional, a Associação Abrace pretende continuar as pesquisas com o apoio das universidades.

De acordo com Cassiano Teixeira, há evidência científica das propriedades broncodilatadoras e anti-inflamatórias da canábis. O presidente da associação, Cassiano Teixeira, enfatiza ainda que os frascos com canabidiol doados aos profissionais de saúde para o teste foram todos prescritos por médicos colaboradores da Associação.

Primeiro estudo empírico do género

Esta iniciativa da Associação Abrace Esperança é a primeira fase de  um projecto de investigação experimental e empírico, já que não há nenhuma evidência científica do uso de canabinoides contra a Covid-19. Por este motivo, a associação fazer um estudo observacional dos médicos.

“Neste momento, estamos a recrutar médicos voluntários para utilizar o óleo da Abrace e relatar a sua experiência. Nada além disso”. A Associação Abrace também espera realizar o estudo com enfermeiros e pacientes com suspeitas de Covid-19.

Segundo Pedro Pierro, os médicos voluntários devem manter todas as orientações do Ministério da Saúde, relativamente à utilização de Equipamento de Proteção Individual. Todos serão acompanhados e responderão a questionários periódicos.

Imunidade

Ainda não há estudos sobre o efeito de derivados da canábis em pacientes de coronavírus. O que está comprovado empíricamente é o efeito , o que é essencial no combate à pandemia. A planta tem também propriedades broncodilatadoras e neuroprotetoras, que podem ser úteis.

Já existem evidências da efetividade da Cannabis em casos de epilepsia, autismo, fibromialgia e dores causadas por inflamação. Isso não significa, contudo, proteção contra o coronavírus. Tampouco descarta a possibilidade de tratar algum sintoma em quem for diagnosticado com a doença.

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Foto de destaque: Cannabis&Saude

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Economia

Alemanha: Seguradoras reembolsam 123 milhões aos pacientes de canábis medicinal

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Os reembolsos das seguradoras aos pacientes alemães com prescrições de canábis medicinal atingiram um novo recorde no período de Outubro a Dezembro de 2019, avançou a Associação Nacional Alemã de Fundos para Seguros de Doença (GKV-Spitzenverband). Segundo os dados recentemente divulgados, as seguradoras aumentaram o valor de reembolsos para mais de 120 milhões de euros, noticiou esta semana a MJBizDaily.

Apesar de alguns problemas de abastecimento no final de 2019, os reembolsos de canábis medicinal atingiram os 36.6 milhões de euros no quarto semestre de 2019, uma subida de mais de 13% em relação ao semestre anterior, no qual os reembolsos de canábis medicinal totalizaram 32,3 milhões de euros. A causa deste acréscimo está directamente relacionada com o aumento de prescrições dispensadas na Alemanha, que subiu 40 % anualmente.

As seguradoras – que abrangem cerca de 90% da população alemã – reembolsaram cerca de 123 milhões de euros em 2019, alinhados com os cerca de 120 milhões de euros previstos pelo Marijuana Business Daily em Dezembro, quando ainda eram desconhecidos os dados do último semestre do ano.

Os números:

  • Os 123 milhões de euros reembolsados em 2019 representam uma subida de 67% em relação aos 74 milhões de euros reembolsados em 2018.
  • As farmácias alemãs registaram 267 348 prescrições através do programa legal em 2019, mais 44% do que as 185 370 prescrições que se tinham registado no ano anterior.

Este aumento no valor absoluto em relação ao número de prescrições indica que os médicos emitiram, em média, receitas para maiores quantidades. Desde que o novo quadro regulamentar foi implementado em 2017, os reembolsos atingiram, em Dezembro de 2019, um novo recorde, atingindo 13 milhões de euros só nesse mês. Ainda no mês de Dezembro foram ressarcidos 6,6 milhões de euros, 14% mais que no mês de Novembro, onde foram cobertos cerca de 5,8 milhões de euros de gastos dos pacientes pelas seguradoras alemãs.

Os artigos da produtora canadiana ‘Aurora Cannabis’ tornaram-se indisponíveis nos últimos dias de Novembro. Contudo, o aumento dos reembolsos em Dezembro dos produtos que consistem nas flores de canábis, sugere que os pacientes alemães que utilizavam flores da Aurora encontraram alternativa nos concorrentes do mercado.

O tamanho do mercado

Todos os dados sobre reembolsos são baseados nos preços de retalho das farmácias, que são os únicos pontos de venda autorizados na Alemanha, enquanto para produtos não incluídos na categoria de “produtos farmacêuticos acabados”, o aumento percentual do preço dos produtos pelas farmácias poderá atingir os 100%.

O governo alemão reconheceu no início deste mês, numa resposta a um inquérito do parlamento, que desconhece a quantia de canábis vendida na Alemanha em 2019, pois não tem os dados relativos às prescrições privadas.

Outra forma de aceder ao tamanho total do mercado alemão é através dos dados de importação, porque até ao momento a Alemanha depende exclusivamente de fornecedores internacionais para a maior parte dos seus produtos, incluindo flores. Em 2019, foram importados para a Alemanha um total de 6 719 quilogramas de flores, que segundo o governo germânico são “principalmente para distribuição em farmácias.”

Gama de produtos

A Alemanha continua a ser de longe a maior importadora de canábis medicinal do mundo e a sua produção doméstica de flores não deverá chegar ao mercado antes de Outubro de 2020. Até ao final de 2019 todas as flores e extractos de espectro completo foram importados do Canadá, da Holanda ou de Portugal. A flor, que inclui as categorias “flor não processada” e “flor usada em preparados,” normalmente vendida como flor triturada, corresponde a pouco mais de metade do total do mercado da canábis medicinal, representando cerca de 51% do total de reembolsos de canábis durante o quarto semestre de 2019, à semelhança dos 52% que representava no semestre anterior.

O reembolso de extractos de espectro completo cresceu ligeiramente, mas totalizou apenas 4% do mercado reembolsado. A cobertura de preparações com canabinóides aumentou ligeiramente desde o semestre anterior, situando-se agora em 30% do mercado coberto pelos seguros.

A categoria é representada principalmente pelo Dronabinol, fabricado na Alemanha pela C3 – uma subsidiária da Canada’s Canopy Growth – que também inclui CBD farmacêutico, fornecidos às farmácias por várias empresas, que o vendem exclusivamente mediante a apresentação de receita médica.

Os reembolsos de produtos farmacêuticos acabados, uma categoria representada principalmente pelo Sativex, diminuíram ligeiramente em relação ao semestre anterior, para 15% no segundo semestre de 2019.

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Imagem de Destaque: National Cancer Institute on Unsplash

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Corporações

WeedMD refuta acusações da União de Trabalhadores do Canadá

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A WeedMD Inc. (CVE: WMD) (OTCMKTS: WDDMF), produtora e distribuidora de canábis canadiana, rejeitou em comunicado as alegações da União de Trabalhadores do Canadá, a United Food and Commercial Workers (UFCW), que acusava a empresa de não cumprir todas as obrigações com os seus trabalhadores.

O Cannareporter avançou no passado dia 19 de Março que a UFCW tinha notificado a WeedMD com as reivindicações dos cerca de 250 trabalhadores empregados actualmente nas instalações de cultivo em Strathroy, Aylmer e Bowmanville, que incidem particularmente nos horários, agendamentos, rescisões injustas, abuso de poder e condições inseguras.

Em comunicado divulgado ontem, a WeedMD afirma que a UFCW estava “bem ciente” de que a indústria da canábis foi adequadamente caracterizada como agrícola e está sujeita à legislação laboral específica na forma da Lei de Proteção aos Empregados Agrícolas, de 2002. “Os argumentos da UFCW Canadá já foram considerados e rejeitados pelo tribunal do Ministério da Agricultura, Alimentos e Assuntos Rurais (OMFRA) de Ontário. Como uma das principais empresas de canábis do Canadá, entendemos a nossa obrigação para com os nossos funcionários e cumprimos totalmente os regulamentos da AEPA. Valorizamos e respeitamos muito as contribuições dos nossos funcionários e levamos sua saúde e segurança muito a sério”, podemos ler-se no comunicado da empresa. “A WeedMD está alinhada com o OMFRA, pois as contínuas tentativas da UFCW de descaracterizar empregadores no sector de canábis são falsas. Além disso, as alegações contra a WeedMD são infundadas e sem mérito”, continua.

A WeedMD disse ainda estar em “situação cumpridora” com todos os órgãos reguladores responsáveis ​​por investigar estas reivindicações, como o Ministério da Saúde do Canadá, o Ministério do Trabalho e a Lei de Saúde e Segurança Ocupacional.

A UFCW Canadá representa mais de 250.000 trabalhadores em todo o Canadá e quer começar a negociar um contrato colectivo com a WeedMD logo que possível. Os trabalhadores da produção de canábis de Ontário são considerados trabalhadores agrícolas e enquadram-se na Lei Provincial de Proteção aos Empregados Agrícolas (AEPA), legislação que a UFCW alega violar a Carta Canadiana de Direitos e Liberdades, por não proteger o direito de liberdade de associação dos trabalhadores.

As ações de Toronto da WeedMD subiram quase 7%, para 0,46 dólares canadianos.


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Economia

Dispensários de Canábis Medicinal considerados serviços “essenciais” nos EUA

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As autoridades estatais norte-americanas estão a reconhecer os dispensários de canábis medicinal como serviços “essenciais”, à medida que vários estabelecimentos encerram, devido ao COVID-19. Durante a última semana, foram anunciadas excepções para que alguns dispensários de canábis medicinal permaneçam abertos na maioria dos estados dos Estados Unidos da América (EUA).

Neste momento, cada vez mais estados e autoridades locais dos Estados Unidos da América, estão a declarar os dispensários de canábis medicinal serviços “essenciais”. Em causa estava a dúvida relativamente à obrigatoriedade de fecho destes estabelecimentos, dado que, inicialmente, apenas negócios considerados “essenciais”, como farmácias e supermercados, poderiam permanecer abertos, obrigando as empresas não essenciais a encerrar para ajudar a conter a propagação do coronavírus.

Este reconhecimento da canábis como “bem essencial” por parte das autoridades representa um alívio para os negócios de canábis medicinal, muitos dos quais receavam o encerramento, ao passo que as medidas de contenção do COVID-19 se tornaram mais restritas. Com estas medidas, os observadores da indústria da canábis dizem que os reguladores estão a colocar as empresas de canábis medicinal numa categoria especial, acima de outros negócios convencionais, tais como restaurantes, bares e lojas.

“Não é aceitável que outras farmácias, como a Walgreens e a CVS permaneçam abertas enquanto que os dispensários de canábis têm de encerrar”, diz Jason Erkes, porta-voz da Cresco Labs, operadora multi-estadual com sede em Illinois. “Penso que isto é algo que os municípios (e os estados) estão a ter em consideração”, sublinhou.

Muitos clientes dependem dos produtos de canábis medicinal para aliviar condições médicas tais como a dor crónica, a epilepsia e a perturbação de stress pós-traumático. No entanto, o reconhecimento dos dispensários de canábis medicinal como “essenciais” acontece um pouco por todo o país e não há como prever quantas jurisdições irão adoptar medidas semelhantes.

Até mesmo os encerramentos temporários podem vir a ser devastadores para algumas empresas de canábis– principalmente para os negócios mais frágeis.

Numa altura de “isolamento” nos EUA e no mundo, estes são alguns exemplos de reconhecimento oficial e tácito dos dispensários como serviços essenciais:

  • O Departamento de Saúde do estado de Nova Iorque declarou na terça-feira que os negócios de canábis medicinal são essenciais.
  • O Governante de Nevada, Steve Sisolak, ordenou que todos os negócios não essenciais fossem encerrados por 30 dias a partir do meio-dia de quarta-feira. Contudo os reguladores disseram que as lojas licenciadas de canábis recreativa e o dispensários de canábis medicinal têm permissão para permanecer abertos, desde que adiram aos protocolos restritos de distanciamento social. Os titulares de licença não devem permitir que os indivíduos se reúnam, com o encorajamento aos consumidores a utilizar os serviços de entrega ou a completarem as suas encomendas online ou por telefone.
  • Na segunda-feira, a cidade de São Francisco exigiu o encerramento de negócios não essenciais, incluindo todas as lojas de canábis, mas reverteu a decisão na terça-feira, alegando que os dispensários de canábis podem permanecer abertos, mas apenas para fins de recolha e entrega.
  • Vários estados estão a permitir a expansão de serviços de entrega de canábis, estratégia que os negócios de canábis consideram uma forma de reconhecimento oficial que os dispensários de canábis medicinal tornam-se um serviço essencial nesta altura em que o país norte-americano e o resto do mundo criam as suas estratégias de isolamento social devido à propagação do coronavírus.
  • Algumas comunidades rurais, tais como as áreas montanhosas de Colorado, incluindo os condados de GunnisonSummit, também permitiram que os dispensários de canábis permanecessem abertos esta semana, enquanto reduzem o número de negócios e actividades não essenciais, como a restauração.

Algumas grupos de defesa à canábis medicinal e especialistas médicos também insistem que as autoridades governamentais permitam que os dispensários de canábis medicinal permaneçam abertos.

Por exemplo, o grupo defesa pela canábis medicinal ‘Americans for Safe Access’ enviou na última semana uma carta a solicitar que os governadores e os reguladores estatais tomem acções imediatas para garantir que os serviços de canábis medicinal não sejam interrompidos nos planos de emergência que estão a ser criados.

Também o Dr. Peter Grinspoon, instrutor da Harvard Medical School, disse ao The Boston Globe que, embora acreditasse que Massachusetts deva encerrar tantos negócios quanto forem possíveis, “precisamos de pensar muito cuidadosamente sobre o facto de que dez mil pessoas (dentro do estado) dependem verdadeiramente da canábis como medicamento. Privá-las disso representaria um desastre”, disse Grinspoon.

Segundo fontes da indústria, a redução da venda recreativa pode causar uma série de perturbações no mercado, se não forem tidas em conta algumas excepções. Isto porque muitos clientes não são registados como pacientes de canábis medicinal, apesar de utilizarem produtos de lojas para adultos para tratarem condições de saúde, observou Erkes.

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Imagem de destaque: Next Avenue

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Cânhamo

Gana: Regulamentação da canábis gera reinvindicações no sector do cânhamo

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O Parlamento do Gana aprovou o projecto de lei da Comissão de Controle de Narcóticos de 2019, que legaliza o uso de canábis para fins medicinais e industriais, mas os produtores do cânhamo estão descontentes com a futura regulamentação. A lei vai ser regulamentada pelo Conselho de Controle de Narcóticos do país (NACOB), o organismo Ganês análogo ao Infarmed, que inseriu o cânhamo industrial na categoria dos narcóticos.

O Gana junta-se assim a países africanos como o Malawi, Zimbabué, Lesotho e África do Sul, que estão a legalizar a canábis para fins medicinais e industriais, mudando as suas leis relativamente a esta substância controlada.

No entanto, as partes interessadas no sector de cânhamo no Gana criticaram esta lei, à medida que ela avança no processo legislativo, por colocar o cânhamo industrial sob a alçada das autoridades de controlo de narcóticos. As fibras de cânhamo são usadas para fazer roupas, biocombustível, papel e outros produtos e fibras industriais.

Nana Kwaku Agyeman, presidente da Associação de Cânhamo de Gana (HAG), em declarações ao Hemp Today, afirmou que “os inexperientes redactores das leis sobre drogas do Gana categorizam cegamente o cânhamo industrial como parte do cesto de narcóticos, apesar de existirem factos extensos que referem o contrário. Parece que nos perdemos na questão dos efeitos psicotrópicos e tudo o que se fala é sobre fumar e ficar pedrado. Mas estamos a promover a limpeza do meio ambiente, a criação de um novo fluxo de receita para o governo em termos de tributação e estamos a discutir a promoção de medicamentos muito melhores que os opióides – medicamentos que não matam”, afirmou o presidente da HAG.

Empresa portuguesa com contrato assinado

A HAG estima que os impostos gerados por esta medida podem ultrapassar os 10 milhões de dólares por 40 hectares de cânhamo industrial, se processados ​​numa base de “planta inteira”.

Em Dezembro, a HAG anunciou que a assinatura de um acordo com a Soringa TM, uma operadora de canábis no Gana com sede em Portugal, “arrecadará cerca de 56 milhões de dólares em cinco anos por  cultivar e exportar cânhamo industrial de uma área de aproximadamente 100 acres. A empresa arrecadará cerca de 2,8 milhões de dólares por colheita de cânhamo industrial da HAG nos 40 hectares previstos ”.

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Economia

Canadá: Medidas de apoio financeiro do COVID-19 excluem sector da canábis

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O Export Development do Canadá (EDC) e o Business Development Bank do Canadá (BDC) traçaram, na última semana, um plano de medidas financeiras excepcionais para responder à crise económica gerada pelo Coronavírus. Num esforço para ajudar a economia, à medida que o COVID-19 continua a obrigar negócios a fechar, o governo canadiano vai atribuir empréstimos no valor de 10 mil milhões de dólares, mas excluiu toda a indústria da canábis.

Dan Sutton, CEO e fundador da Tantalus Labs, sediada na British Columbia, escreveu no Twitter que o BDC lhe transmitiu que “não está autorizado a fazer negócios com empresas de canábis”.

“O nosso trabalho é diferente do que qualquer outro negócio canadiano?”

Segundo Dan Sutton, existe falta de vontade do BDC em servir o sector, o que poderá ter um impacto dramático nas pequenas empresas. “Ao proteger a saúde e a segurança dos nossos funcionários, as empresas de canábis podem enfrentar paralisações operacionais relacionadas com a quarentena, levando à perda de colheitas”, disse ele ao Cannabis Business Times. “As pequenas empresas dependem da venda de canábis à medida que é colhida e uma interrupção deste fluxo de caixa coloca em risco a continuidade da operação. Com milhões de dólares bloqueados em activos biológicos actualmente em cultivo, empresas como a Tantalus Labs esperam que o governo do Canadá aprecie a contribuição para a economia do sector da canábis e possa nos ajudar, para que não tenhamos de escolher entre a segurança dos funcionários ou a proteção dos seus empregos”, disse Sutton.

O CEO da Auxly, Hugo Alves, também mostrou o seu desagrado relativamente a esta medida do BDC, ao questionar o motivo de uma agência federal recusar trabalhar com um sector criado especificamente pelo governo federal.

Um porta-voz da EDC disse ao Yahoo Finance Canada que está a analisar o problema de forma mais detalhada, por serem ainda desconhecidos os tipos de empresas elegíveis no acesso ao programa. Seja qual for o caso, o sector de canábis do Canadá certamente está a sentir a tensão do COVID-19. A Canopy Growth, por exemplo, anunciou que fechará temporariamente todos os 23 locais de venda a retalho corporativos da Tokyo Smoke & Tweed como resposta ao surto de Coronavírus.

Empréstimos através de fundo agrícola

O Farm Credit Canada (FCC), um credor agrícola do governo, diz que todo o conjunto dos seus produtos para empréstimos está disponível para produtores legais de canábis em todo o país, garantindo às empresas o acesso ao capital necessário para superar qualquer fluxo de caixa para desafios a curto prazo.

Embora os produtos para empréstimos não estejam vinculados à pandemia do COVID-19, qualquer liquidez oferecida pela FCC pode ser útil para empresas de canábis que sentem as consequências económicas e financeiras generalizadas da pandemia.
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Foto de Destaque: Shutterstock on BIV

 

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Cânhamo

Virgínia aprova lei que permite aos maiores de 21 anos fumar flores de cânhamo

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Os legisladores da Virgínia enviaram ao governador, Ralph Northam, um projecto de lei para permitir que maiores de 21 anos possam fumar flores de cânhamo, apesar de terem admitido que não perceberam porque é que alguém o quererá fazer. A proposta, promovida pelo delegado republicano Danny Marshall, passou nas duas câmaras legislativas no final de Fevereiro e foi agora aprovada, anunciou a NBC.

Danny Marshall, um deputado da Virgínia, disse que o projecto de lei pretende deixar bem claro que é legal fumar cânhamo, que tem um cheiro e aroma semelhante ao da canábis, mas contém apenas uma pequena quantidade de THC, o componente psicoactivo. O cultivo de cânhamo já era legal sob a lei federal e os agricultores adoptaram a nova cultura, sendo que o número de hectares de cânhamo cultivados tem estado em crescimento.

Marshall deu como exemplo as discordâncias nas forças de autoridade, que experienciam algumas dificuldades em aplicar a lei estadual, ao passo que a flor de cânhamo é vendida em lojas especializadas e postos de gasolina. Os produtos de cânhamo são procurados pelo CBD, um fitocanabinóide com efeitos no alívio da ansiedade outras condições sem os efeitos psicotrópicos do THC.

“A proposta apenas acrescenta à lei que os cigarros de cânhamo são legais”, disse Marshall, citando uma discussão na qual um candidato acusou o outro de não fazer cumprir a lei estadual, porque permitiu que as flores de cânhamo permanecessem nas prateleiras das lojas.

Os produtos de cânhamo para fumar são cada vez mais populares, embora alguns países tenham tentado proibi-los. Em Portugal o número de lojas que comercializam este tipo de produtos tem vindo a aumentar e as flores de cânhamo podem ser encontradas à venda com mensagens como “impróprio para consumo humano” na rotulagem.

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Corporações

Terry Booth, ex-CEO da Aurora, vende 12 milhões de acções

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O ex-diretor executivo e co-fundador da Aurora Cannabis Inc., Terry Booth, vendeu mais de dois terços da sua participação no produtor de canábis canadiano, anunciou a Aurora em comunicado de Imprensa no início desta semana.

Terry Booth reduziu sua participação na Aurora em 68%, numa série de transacções efectuadas entre 11 e 16 de Março, através de um veículo de investimento que lhe rendeu cerca de 13,6 milhões de dólares americanos, de acordo com documentos de segurança internos. No total, e de acordo com os registos, foram vendidas 12,1 milhões de ações da Aurora, que tem sede em Edmonton.

Booth deixou de ser CEO no passado mês de Fevereiro, após sete anos no cargo mais alto, tendo sido substituído pelo presidente executivo da empresa, Michael Singer, em carácter provisório. Booth permanece no conselho da empresa numa função de consultoria estratégica.

“A volatilidade do mercado em relação ao COVID-19 e várias oportunidades no sector levaram-me a fazê-lo”, disse Booth em comunicado por e-mail ao BNN Bloomberg. “Acredito que muitas companhias de canábis cotadas, incluindo a Aurora, estejam subvalorizadas e irei observar as actuais condições do mercado. Definitivamente vou pensar em comprar de volta assim que a poeira baixar.”

Booth possui ainda cerca de 6,16 milhões de acções e opções da Aurora, directamente ou através da sua empresa de investimentos, de acordo com documentos de segurança interna. Em comunicado, a porta-voz da Aurora, Michelle Lefler, disse que a empresa antecipou a venda de acções de Booth, embora tenha ocorrido antes do esperado. “A Aurora está a amadurecer, transitando dos fundadores para outros membros de gestão e para um maior conselho independente”, disse Lefler em email. “O nosso conselho e gerência estão profundamente focados em cumprir o plano estratégico estabelecido em Fevereiro e, é claro, nas necessidades actuais e mais críticas dos nossos negócios, dos nossos pacientes, consumidores e funcionários”, terminou.

As acções da Aurora na Bolsa de Toronto caíram 91% no ano passado.

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Corporações

Tilray mergulha 32% na NASDAQ após emissão de Garantias

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Os investidores da Tilray (NASDAQ: TLRY) não aceitaram de ânimo leve o recente esforço de obtenção de capital por parte da companhia e as acções caíram 32% na sexta-feira passada, depois da empresa canadiana anunciar uma nova emissão de acções.

A Tilray, uma das primeiras empresas de canábis a instalar-se em Portugal, cotada na NASDAQ (TLRY), está a vender 7,25 milhões de acções ordinárias e 11,75 milhões de garantias (warrants) para quem não quiser optar pelas acções da companhia nesta fase. O valor é de 4,76 dólares americanos por acção/warrant, além do warrant de acompanhamento, um valor relativamente abaixo do preço de fecho do dia anterior para as acções – um dos motivos que contribuiu para a queda de 32%.

Ambas as formas de garantia garantem ao detentor o direito de comprar uma acção da classe 2 e podem ser exercidas a partir de seis meses após a emissão, tendo validade de cinco anos. Cada uma delas confere o direito de comprar uma ação da Tilray ao preço de 5,95 dólares americanos em Setembro de 2020.

A Tilray disse que utilizará os recursos resultantes para “fins corporativos gerais”, algo que é comum em empresas que emitem novas acções. Contudo, a Tilray não especificou onde irá aplicar os cerca de 90 milhões de dólares americanos, num negócio concluído a 17 de março.

No início de Março, a Tilray divulgou os resultados do quarto trimestre, que revelaram um declínio de receita de 8% em relação ao trimestre anterior e uma perda mais profunda no resultado final (de mais de 219 milhões de dólares).


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Corporações

Presença da CannTrust na Bolsa de Toronto em risco

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A CannTrust Holdings Inc. anunciou que a Bolsa de Valores de Toronto (TSX) prorrogou o prazo para proceder à divulgação de resultados até 25 de Março. A elegibilidade da CannTrust, enquanto companhia listada no índice TSX está também a ser analisada.

A 26 de novembro de 2019, a CannTrust anunciou a intenção da TSX de rever a elegibilidade da CannTrust. A companhia será sujeita a uma avaliação por parte da bolsa de forma a analisar a continuidade das acções ordinárias da Companhia na lista de empresas cotadas, de acordo com a Parte VII do Manual da Empresa da TSX.

A TSX indicou que a revisão resulta de um atraso da Companhia em atender a certos requisitos de divulgação de resultados, nomeadamente, a preparação e o arquivamento das demonstrações financeiras auditadas actualizadas da Companhia para o exercício findo a 31 de dezembro de 2018, bem como as demonstrações financeiras intermediárias corrigidas para os vários trimestres de 2019, juntamente com a discussão e análise da administração relacionada (“MD&A”) para os períodos correspondentes.

A TSX informou ainda que se a Companhia não apresentar os documentos exigidos até 25 de março de 2020, após 30 dias, os valores mobiliários da Companhia serão retirados da bolsa de Toronto.

A CannTrust solicitou que o TSX prorrogasse o prazo para tratar dos padrões contínuos de divulgação da Companhia, porque a administração não acredita conseguir cumprir o prazo de 25 de março para realizar as divulgações exigidas.


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