Nacional
Portugal: CannPrisma recupera todas as licenças do Infarmed
A CannPrisma recuperou hoje todas as licenças do Infarmed — Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde I.P. para operar com canábis medicinal: Cultivo, Fabrico, Importação, Exportação e Distribuição. A notícia foi confirmada esta manhã ao CannaReporter® por Elsa Pereira, actual CEO da empresa.
“O Infarmed restabeleceu integralmente todas as licenças operacionais da CannPrisma — um passo que encerra o processo de suspensão temporária e confirma a confiança das autoridades no nosso rigor, permitindo-nos retomar cultivo, fabrico, importação, exportação e distribuição, com compromisso de melhoria contínua. Agradecemos a confiança dos nossos colaboradores, clientes e parceiros, cuja resiliência e profissionalismo foram essenciais durante este período”, escreveu Elsa Pereira ao CannaReporter®.
Num post do LinkedIn a CannPrisma congratulou-se com “a resolução completa do processo de suspensão administrativa temporária”, que tinha sido iniciada no final do mês de Julho de 2025. Nestes longos quatro meses e meio de suspensão, a CannPrisma enfrentou vários desafios, entre os quais a perda de clientes e o despedimento de dezenas de trabalhadores.
“Este resultado reafirma a confiança das autoridades reguladoras nos nossos padrões de conformidade e integridade operacional”, refere a CannPrisma.
A nova fase operacional inclui:
– Reforçar a confiança com os nossos clientes e parceiros internacionais
– Retomar o planeamento industrial e a produção farmacêutica com estabilidade
– Garantir o pleno alinhamento com as melhores práticas de conformidade
– Contribuir para o desenvolvimento sustentável da indústria da canábis medicinal em Portugal.
À semelhança de outras empresas, como a Herdade das Barrocas, (que também viu a sua licença suspensa em Julho e a recuperou há cerca de duas semanas) a CannPrisma viu-se envolvida na Operação Erva Daninha, da Polícia Judiciária, que se iniciou em Maio deste ano e ainda não se concluiu.
Várias empresas de canábis medicinal estão directa ou indirectamente implicadas nesta operação da Polícia Judiciária, mas o processo continua em segredo de justiça e a informação disponível sobre o que realmente aconteceu é muito escassa.
“A Cannprisma continua a ser uma das operadoras de canábis verticalmente integradas e certificadas pela EU-GMP em Portugal, mantendo o nosso compromisso com os mais elevados padrões de qualidade, conformidade e transparência que definem as nossas operações. Agradecemos aos nossos parceiros, clientes e colaboradores pela confiança contínua ao longo deste processo. As operações são retomadas imediatamente em plena capacidade”, conclui a empresa no post do LinkedIn.
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[Aviso: Por favor, tenha em atenção que este texto foi originalmente escrito em Português e é traduzido para inglês e outros idiomas através de um tradutor automático. Algumas palavras podem diferir do original e podem verificar-se gralhas ou erros noutras línguas.]____________________________________________________________________________________________________
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Licenciada em Jornalismo pela Universidade de Coimbra, Laura Ramos tem uma pós-graduação em Fotografia e é Jornalista desde 1998. Vencedora dos Prémios Business of Cannabis na categoria "Jornalista do Ano 2024", Laura foi correspondente do Jornal de Notícias em Roma, Itália, e Assessora de Imprensa no Gabinete da Ministra da Educação do 21º Governo Português. Tem uma certificação internacional em Permacultura (PDC) e criou o arquivo fotográfico de street-art “Say What? Lisbon” @saywhatlisbon. Co-fundadora e Editora do CannaReporter® e coordenadora da PTMC - Portugal Medical Cannabis, Laura realizou o documentário “Pacientes” e integrou o steering group da primeira Pós-Graduação em GxP’s para Canábis Medicinal em Portugal, em parceria com o Laboratório Militar e a Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa.



